Este blog é de caris escolar e como tal todos os trabalhos/relatórios que serão aqui publicados durante o ano lectivo 2008/2009, serão um registo de todos os projectos que irei desenvolver ao longo deste ano na disciplina de Praticas de Animação Sociocultural, sendo posteriormente avaliados pelo professor tal como um portfólio.

*Panso*

A minha foto
Eu sou quem sou, sou como sou sou um ser humano como muitos são com uma personalidade diferente e quase sempre com razão. Percorro caminhos longinquos aqueles que o destino me reserva, adorava que fosse tudo mais fácil para não ter grande perda. Confesso-me também forte por fora na minha aparência, fraco por dentro, mas com paciência. Adorava poder escolher os caminhos por onde ir, a vida que poderei levar certa, perfeita e sem razões para me matar

quarta-feira, 1 de abril de 2009

FIM...

Terminou uma das disciplinas em que me dava muito gosto trabalhar.
Aprendi muito nestes dois períodos, aprendi que é isto que eu quero fazer no futuro...estar em contacto directo com as crianças aprender e ensinar ao mesmo tempo...
Deu-me bastante "gozo" fazer todos os projectos, descobrindo com eles pequenos talentos até agora desconhecidos.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Relatório do projecto da maquete

Formato da apresentação: Exposição

Projecto de animação social na área de:
Exposições

Síntese descritiva do trabalho:
Esta maquete foi elaborada com materiais reciclados indicados a baixo sendo a base com roofmate.
Iniciei a maquete com a gruta dos leões, fazendo-a com bolas feitas com pedaços de revista cobertas com pedacinhos de lenços de papel e cola branca. Comecei por fazer a base e em seguida coloquei uma espécie de papel duro para fazer a entrada da gruta cobrindo-a com mais bolas de revista.
Em seguida fiz um pequeno jardim onde para a relva utilizei a mistura de cola branca, água, tinta verde e areia de pássaro, custou-me a habituar a trabalhar com este material mas no fim de seco ficou com um aspecto parecido com a relva. Construí uns bancos com palitos e “plantei” uma árvore cuja copa foi feita pelo professor com esfregão verde, em seguida fiz mais dois bancos e espetei-os na maquete. Para encher mais o jardim fiz uma pequena caixa de areia onde utilizei areia da praia. Como iria ficar um parque muito vazio, fiz uma fonte onde utilizei cartão para a base e uma base de cartão de ovos, colocando a volta disso película aderente onde colei com fita-cola e pintei em seguida, na base do ovo espetei um palito e coloquei película aderente a formar uma espécie de esguicho de água pintando com umas pinceladas de vários tons de azul, pintando também a base da fonte de cinzento.
Sem muita vontade fiz os caminhos com palitos, comecei por fazer uma espécie de “esteira” juntando cada pau de palito com um fio mas depressa me cansei e colei pelito a palito em todos os caminhos. Em frente á gruta decidi fazer uma elevação fazendo umas escadinhas para descer para os caminhos normais.
Como os leões não podiam “andar á solta” fiz a cerca com palitos espetados pondo a frente desses palitos uma rede verde aos quadrados. Coloquei uma porta feita de palitos presos uns aos outros com linha.
Fiz vários arbustos com esfregão desfeito, onde coloquei também mais arvores na extremidade da maquete.
Cada um de nós tinha que fazer uma diversão, eu escolhi a roda gigante, comecei por fazer a bilheteira, bem não fui eu que fiz a estrutura, mas sim a Joana. Coloquei papel de acetato para fazer o vidro da janela e envolvi toda a bilheteira com lenços de papel e cola branca.
Coloquei uma placa á entrada com as indicações do que encontrar na minha maquete, como “leão”, “parque” e “roda gigante”.
Decidi por mãos á obra e construir a roda gigante, espetei quatro paus de espeto unidos na ponta, dois de cada lado com um a meio a fazer ligação entre os dois. Em seguida uni quatro paus para que as cadeiras da roda gigante pudessem rodar a toda a volta. Inicialmente as cadeiras teriam a parte das costas em madeira e a base e de lado em cartão. Mas depressa desisti dessa ideia, construi as cadeiras todas em madeira fazendo a forma da cadeira com a ajuda de um formão e um martelo, com as cadeiras prontas juntei tudo e já estava terminada a roda gigante. Mas esta era muito alta e por isso tive que construir umas escadas. Após várias tentativas rendi-me á madeira e fi-las da mesma forma que as cadeiras.
Coloquei relva em todos os espaços vazios da maquete, visto que a relva neste trabalho era solução para tudo.
Fiz os últimos retoques, pintando tudo o que faltava e coloquei areia de pássaro no “chão” dos leões.
Finalmente estava pronta a maquete, após várias semanas estava finalmente concluída.

Material utilizado:
* Palitos
* Areia de gato
* Areia de pássaro
* Areia de praia
* Folhas de revista
* Lenços de papel
* Rede aos quadrados
* Paus de espeto
* Cartão
* Base de ovos
* Madeira
* Fio de cobre
* Fio branco
* Linha
* Película aderente
* Carrinho de linhas
* Esfregão verde
* Placa de roofmate

Medidas da maquete
Gruta
Altura – 13 centímetros
Largura – 36.5 centímetros
Comprimento – 18 centímetros
Comida dos leões
Carne

Largura – 3 centímetros
Comprimento – 6 centímetros
Água
Diâmetro – 2.5 centímetros
Cerca
Altura – 5 centímetros
Comprimento – 116 centímetros
Porta na cerca
Altura – 5 centímetros
Comprimento – 2 centímetros
Bilheteira
Altura – 5.5 centímetros
Largura – 3.5 centímetros
Comprimento – 4.5 centímetros
Porta da bilheteira
Altura – 4.5 centímetros
Comprimento – 1.5 centímetros
Janela da bilheteira
Altura – 2 centímetros
Comprimento – 1.7 centímetros
Escadas da roda gigante
Altura – 10 centímetros
Largura – 6 centímetros
Comprimento – 4 centímetros
Roda Gigante
Altura – 24 centímetros
Largura – 12 centímetros
Comprimento – 15 centímetros
Bancos da roda gigante
Altura – 2 centímetros
Largura – 12 centímetros
Comprimento – 7.5 centímetros
Arvores
Altura – 6 centímetros
Bancos
Altura – 1 centímetro
Largura – 1 centímetro
Comprimento – 3 centímetros
Fonte
Diâmetro – 10 centímetros
Altura – 15 centímetros
Caixa de areia
Largura – 2.5 centímetros
Comprimento – 3 centímetros
Caminhos
Largura – 1.5 centímetros
Escadas dos caminhos
Largura – 2.5 centímetros
Altura – 2 centímetros
Comprimento – 1.5 centímetros
Degraus das escadas dos caminhos
Altura – 0.5 centímetros
Largura – 0.5 centímetros
Placa de informação
Altura – 4 centímetros
Largura – 2 centímetros

Autoavaliação: Este projecto inicialmente foi muito emocionante, mas com a quebra devido às férias de Natal, cortou com o interesse e começou a ser um pouco seca. Mas gostei muito de fazer a maquete pois alarguei a minha imaginação mas sempre dentro do real.
Tinha muitos planos para esta maquete mas com o tempo e com a falta de entusiasmo deixei muitas coisas por fazer, mas não estou arrependida por isso pois a meu ver ficou um trabalho engraçado, mas ao pé dos outros o meu morreu muito, pois as cores eram muito mortas. Nunca pensei que fosse ficar um trabalho tão bonito, quando juntássemos todas as maquetes, foi algo digno de ser mostrado.

Problemas surgidos, tarefas não concretizadas, e como foram ultrapassadas as dificuldades:
Inicialmente tinha muitos planos para esta maquete mas com o decorrer das aulas esses planos foram perdidos e deram origem a novos. Não deixei assim tarefas por cumprir, mas podia ter feito muita coisa que não fiz, mas o que fiz superou as faltas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Beneficente


Introdução
Este trabalho foi proposto pelo professor Rui Oliveira, e tem como objectivo conhecer e dar a conhecer a instituição onde vamos estagiar, no meu caso a Beneficente.
Esta instituição foi fundada em 01 de Janeiro de 1906, é uma Associação Social sem fins lucrativos, tendo apenas como fim apoiar os mais carenciados a nível educacional, actividades e serviços para crianças e jovens, cumprindo os ideais dos fundadores.
Esta instituição é composta por um edifício-sede, centro de dia, apoio domiciliário, ATL sede e creche e educação pré-escolar.

Beneficente
Francisco Gonçalves Amorim foi o fundador da Beneficente, sendo esta uma associação de beneficência para “apoio aos pobres, entravados, cegos, tuberculosos, velhos, e para toda e qualquer calamidade que ocorra dentro desta vila”.
Enquanto não teve um edifício-sede, a Associação realizou as actividades num imóvel.
Um dos momentos áureos desta Associação de Caridade situou-se na década de 50, depois da inauguração do novo edifício, que passou a servir de refeitório, conhecido por “sopa dos pobres”.
Esta valência foi até Junho de 2000 orientada pela comunidade religiosa da Congregação da Divina providência e Sagrada Família, mas por falta de vocações não foi possível manter as religiosas nesta Associação de Caridade.
A Beneficente, até aos finais dos anos sessenta, por obrigação estatuária, prestava serviços na área social com as valências “sopa dos pobres” e balneário.
Em Outubro de 1970 é inaugurado o jardim-escola Santo António, com a valência pré-primário, destinada a 75 crianças carenciadas do concelho, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos.
Com o falecimento do Monsenhor António Cândido Pires Quesado a associação ficou com problemas que se arrastaram até á eleição dos Corpos Sociais para o triénio de 1983-1985. A direcção eleita nesse ano foi presidida por António de Aguiar Quintas.
A partir da década de oitenta, a associação entrou numa nova fase da sua actividade assistencial, aumentando os serviços que prestava à comunidade poveira.
A área educacional teve um crescimento significativo com a inauguração do edifício Monsenhor Pires Quesado, onde funcionam as valências Creche, Jardim de infância e ATL.
Em 1991, depois de efectuada a remodelação e ampliação do edifício-sede, foi criada a valência ATL, reconvertendo um serviço social já existente e que se encontrava a ser prestado – Refeitório – sendo um apoio para algumas crianças “recolhidas na rua” onde passavam os dias e muitas vezes noites, em virtude da situação de pobreza do agregado familiar. Hoje recebe crianças de todas as condições sociais.
A crescente falta de espaço para acolher as crianças em lista de espera levou a Direcção a um construir de raiz um edifício destinado a aumentar a capacidade de acolhimento de crianças denominado Edifício António Quintas, destinado á valência de creche.
A Beneficente tem uma obra social muito alargada para que as famílias tenham condições para poderem trabalhar e assim contribuírem para o bem-estar pessoal e o desenvolvimento do país.
A associação dispõe de 5 edifícios na cidade da Póvoa de Varzim onde desenvolve as várias actividades. O quadro pessoal é composto por 100 trabalhadores, sendo 29 técnicos, 34 administrativos e de apoio e 37 auxiliares.

Esta instituição é composta por:
Edifício-Sede
Este é composto por, um refeitório que é conhecido popularmente por “sopa dos pobres”, servindo por dia cerca de 100 refeições gratuitas. E por um balneário, criado para permitir as pessoas do refeitório fazerem a sua higiene pessoal. Este balneário destina-se a pessoas carenciadas e àqueles que têm falta de instalações sanitárias na sua habitação.

Centro de Dia
Este é um serviço social para a terceira idade, no qual se disponibiliza aos utentes refeições, higiene pessoal, ocupação, transporte e actividades lúdicas, recebendo diariamente cerca de 40 idosos.

Apoio Domiciliário
Foi criado para apoiar no domicilio os utentes com grandes dificuldades de locomoção e/ou com doença, sendo visitados diariamente cerca de 60 utentes.

ATL Sede
Este ATL foi criado para apoiar os jovens que frequentam o refeitório, que após o horário escolar não têm ocupação, recebendo diariamente 40 crianças.

Creche

A creche é um espaço pensado e organizado em função de um desenvolvimento harmonioso para crianças com idades entre os 4 meses e os 3 anos, com actividades programadas e adequadas aos seus interesses e necessidades.

Educação Pré-Escolar
A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica. Destina-se a crianças dos 3 aos 6 anos e tem como principal objectivo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Auto-avaliação


Esta é a tarefa mais difícil, pedir notas e avaliar o nosso desempenho é sem sombra de dúvidas difícil de fazer, pelo menos para mim.
Este período correu-me bem, adorei fazer os projectos, principalmente os animais. A meu ver acho que os meus trabalhos estavam bem, pelo menos esforcei-me para isso. Em relação aos relatórios, nunca tive muito jeito para isso, mas a meu ver não ficaram muito mal. Não fui muito pontual na publicação dos trabalhos que fomos fazendo ao longo do período.
O que menos gostei neste período foram os debates, e aquelas aulas em que o professor nos colocava a falar em frente á turma. Não gostei porque odeio falar de mim e ainda por cima falar em frente a muita gente a olhar para mim em silêncio. De resto gostei de fazer tudo pois aprendi muito para utilizar mais tarde no meu estágio e quem sabe com os meus filhos.
Nunca soube pedir notas, mas tem que ser, a meu ver e avaliando o meu trabalho e desempenho, acho que mereço um 16. Agora espero que o Pai Natal “Rui Oliveira” seja generoso e me dê o que pedi.

domingo, 23 de novembro de 2008

Greve de Sexo


Aparentemente parece um pouco difícil ou até mesmo impossível de fazer.
Acredite que não! Se for mulher ainda será mais fácil.
A greve de sexo é a melhor maneira da mulher conseguir com que o marido lhe dê ou faça o que ela quer. Se for mulher comece desde já a adoptar esta greve, vai ver que a sua vida muda para sempre.
Os homens, são seres dependentes do sexo, e se a mulher lhe tirar isso eles entrar em paranóia.
Deixe de sofrer por causa do seu marido ou namorado, quem manda na relação é você. Comece a ameaçar o seu companheiro com a greve de sexo e vai ver que ele irá mudar o seu comportamento.
Senhoras de Portugal, mudem já a vossa vida com a greve de sexo, irão tornar-se mais felizes e de bem com a vida. Além disso quando a greve acabar o sexo será aproveitado de outra forma, será bem melhor, acredite!
Hoje em dia todos nós vivemos em greve, fazemos greve por tudo e por nada, porque não fazer greve ao sexo? Não falta ao trabalho, não gasta dinheiro, não se cansa, só tem benefícios, só tem um risco, mas esse não é nada comparado com todos os benefícios.
Experimente já esta greve que mudará a sua vida, verá que não se vai arrepender, e ganhará muito com ele.
Se faz greve as outras coisas, faça também ao sexo. Esta será bem melhor para si.

Imagens do projecto das máscaras de gesso























Relatório da actividade das mascaras de gesso

Formato da apresentação: Exposição
Projecto de animação social na área de: Exposições
Síntese descritiva do trabalho: Este trabalho foi iniciado pela construção das mascaras em gesso. Devido a uma consulta da minha companheira, Patrícia Pereira, fiz as duas mascaras em dias diferentes.
A primeira mascara que a Patrícia me fez, foi a veneziana, nesse dia só fiz essa por falta de tempo. No dia seguinte, comecei a aula por fazer as mascaras á Patrícia, fiz as duas seguidas, e quando terminei, ela fez-me a que faltava.
Após as mascaras secas, passamos cola branca para elas ficarem mais duras. Chegou altura de as transformar no que quisesse-mos. A veneziana, transformei-a no mickey, começando por fazer-lhe o nariz com papel de alumínio, em seguida colei quadradinhos de lenço de papel e cola branca em toda a mascara. Como os olhos do mickey são pequenos, e os da mascara eram grandes, tapei um pouco os olhos com pedacinhos de gesso e lenços de papel. Enquanto a cola branca secava, iniciei a minha outra mascara. Esta forrei-a com papel de alumínio e em seguida colei grãos de arroz, um por um. Passei varias aulas a colar o arroz, ficando sem tempo para acabar de vez as mascaras, tendo-as acabado em casa.
Em casa colei o arroz que faltava, fiz o laço com pevide e bolinhas de papel de alumínio e acabei a mascara do mickey fazendo-lhe as orelhas.

Material utilizado:
*gesso
*cola branca
*lenços de papel
*cartão
*arroz
*papel de alumínio
*pevide
*tintas

Autoavaliação:
A meu ver perdi muito tempo a colar os grãos de arroz em vez de acabar a outra mascara, mas até correu bem, ficando ambas bonitas, mas poderiam ter ficado melhor.
Correu bem este projecto, gostei de o fazer, mas cansei-me pela escolha que fiz em colar os grãos de arroz. Cansou muito em fazer aquilo, mas no fim ficou um resultado muito bom.

Problemas surgidos, tarefas não concretizadas, e como foram ultrapassadas as dificuldades:
O primeiro problema surgido foi o da segunda mascara, visto que esta não me saía da cara, mas com um pouco de custo lá saiu deixando-me com alergia na cara.
O segundo e último problema foi a falta de tempo para fazer o que queria. Pois levou-me muito tempo a colar o arroz, mas como o professor deixou acabar em casa, consegui fazer tudo o queria.